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Considerações Gerais sobre o Processo de Coaching

 

O trabalho de Coach – Consultor Individual nunca foi tão falado e procurado como nos dias atuais.

 

É difícil para empresários, executivos, gerentes, profissionais de empresa privadas ou públicas exporem suas dificuldades ou limitações e, até mesmo seus sonhos, diante de um grupo de colegas da empresa onde atuam. A competição acirrada dentro das organizações exige dos profissionais ou servidores dos vários níveis hierárquicos uma dose de cautela. Até porque, mesmo um profissional recém-admitido e dotado de experiência poderá fazer uma colocação que lhe prejudique na empresa que está ingressando. Uma das possíveis causas de tal situação seria o desconhecimento das crenças, paradigmas, preconceitos, hábitos, atitudes e estilo de liderança predominante naquela corporação. Tudo isto constitui a cultura organizacional com a qual os profissionais precisam saber lidar e conhecê-la por meio de observação, pois ela não está escrita em lugar algum. Neste caso, é sábio ouvir mais do que falar.

 

O Coach pode prestar um serviço eficaz aos profissionais das organizações públicas ou assemelhadas. Um servidor pode ser hoje um gerente de uma equipe e futuramente um dos seus colaboradores poderá ocupar o seu lugar. Esta situação previne a acomodação dos profissionais quanto ao seu processo de auto desenvolvimento e beneficia a organização.  Para prevenir a insegurança natural que tal situação provoca, os gerentes precisam desenvolver seu potencial de liderança a fim de que aprimorem a comunicação, sejam mais assertivos ao falar, fiquem atentos à motivação da equipe e da cada colaborador em particular, saibam dar e receber feedback etc.

 

Para ser um líder o gerente necessita otimizar seu tempo tanto em relação a sua vida pessoal como profissional. Você pode estar questionando: Qual a relação da vida pessoal de um profissional e seu desempenho?

- Ora! Nós não somos duas pessoas, ou seja, uma da porta para dentro da empresa e outra da porta da empresa para fora. Acontece que estamos apenas saindo ou entrando em grupos sociais diferentes. Estas “vidas” que temos quer na família, no trabalho, na igreja, etc. são inter-relacionadas. Por isso, independente das várias denominações dadas ao Coach, ele deverá procurar sempre ter um visão da vida do seu Cochee - Cliente o mais ampla possível e o contexto em que está inserida.

 

 

 

O “case” abaixo é uma pequena amostra do nosso trabalho.

 

Case I” – A “Formiguinha Atômica”

 

Felipe, um Gerente de Alimentos e Bebidas de um hotel onde estávamos desenvolvendo uma atividade de “coach”, relatou o seguinte problema:

-“Gerencio uma equipe com 15 colaboradores, contudo, só Cristina é empenhada, motivada e comprometida com a empresa. Os demais são desmotivados, desinteressados e só trabalham quando estou supervisionando diretamente, dando ordens e corrigindo erros. Para minha tristeza Cristina está doente e eu estou passando maus momentos com minha equipe para conseguir que este pessoal trabalhe. Ou gente preguiçosa! Depois reclamam que não têm emprego! Daqui a pouco quem vai ficar doente serei eu.”.

- Como você costuma agir Felipe?

- “Com Cristina, que é muito dinâmica e que trabalha por dois ou três, eu elogio bastante, mas com os outros sou um ditador, pois tenho que dar ordem o tempo todo. Solicitei a sua ajuda porque já estou tendo problemas na empresa. O Gerente Geral me alertou que está havendo muita rotatividade na minha área, os custos com pessoal estão elevados e o atendimento aos hóspedes está ficando a desejar. Entrei no seu site e li um artigo em que você fala de pessoas que são tidas pela chefia como modelo, justamente porque trabalham por dois ou três empregados e que você as chama de “formiguinhas atômicas”.  É isso mesmo ou entendi mal”? 

- É isto mesmo Felipe. Não fique preocupado, apenas mude sua concepção sobre o que significa ser um profissional motivado e trabalhador. 

- “Como assim Branca? O que devo fazer”?

- Passar a desestimular este comportamento “frenético” de sua colaboradora e, como você pode perceber, já está até doente. Felipe, você pode me dizer qual a doença de Cristina? 

- “A Dra. Suzuki disse que ela precisa descansar durante quatro dias porque está estressada”. “Sabe Branca, quem já está ficando também doente sou eu”. Por acaso eu sou também a tal “formiguinha atômica”?

 

- Ainda bem que não!  Já lhe disse que a sua concepção de colaborador motivado e comprometido está equivocada. Além de conversar com Cristina informando que ela precisa trabalhar em um ritmo mais lento, você precisa diminuir o número de solicitações que costuma fazer para Cristina sem esquecer, contudo, de explicar bem os motivos.  Quanto aos outros, você deve passar a elogiá-los para diminuir o desestímulo do grupo e deixar de estabelecer comparação com Cristina.  Agindo desta forma você poderá perceber como sua equipe irá ficar mais motivada e com auto-estima mais elevada.  Alerto que as pessoas mudam de comportamento de forma diferente e, cada uma delas, muda no seu ritmo e no seu tempo. Não se precipite Felipe! Observe!

- Ah! Branca, como é difícil lidar com pessoas!

- Concordo com sua colocação, porém é importante lembrar que a sua área é de prestação de serviços e que um colaborador insatisfeito passa para o hóspede tal insatisfação. Ressalto que o profissional, mesmo sendo uma pessoa educada, irá se comunicar com o cliente com uma “cara emburrada”, e passando por meio da linguagem não-verbal sua desmotivação ou, quem sabe, até revolta.

 

Comentário

Este comportamento frenético, na maioria das vezes, é provocado por uma concepção errada do tempo, ou seja, o tempo é um inimigo que precisa sempre ser derrotado. Pessoas assim são muito ansiosas, fazem tudo correndo mesmo que não seja uma atividade prioritária para aquele dia. Querem sempre bater o seu próprio recorde como: dirigir cada vez mais rápido, ler “a jato” e contando as páginas para chegar logo ao final do livro, desenvolver duas atividades ao mesmo tempo como estudar e comer etc. Com tanto desgaste não é de se admirar que estas pessoas sejam muito estressadas e com uma qualidade de vida comprometida.

 

 

Metodologia de trabalho

 

Consiste em Ouvir e Orientar o Cliente com base em suas necessidades.

 

O plano de trabalho é combinado com o Cliente e, se possível a duração.

 

 

Exemplos de possíveis objetivos de um plano de trabalho:

-         Aplicar testes de auto diagnóstico para que os clientes identifiquem seus pontos fortes e aqueles que precisam melhorar;

-         Ouvir e orientar o participante em relação às suas dificuldades profissionais de modo geral.

-         Orientar o ocupante de cargo de chefia de empresas públicas ou assemelhadas sobre como agir com o colaborador que poderá futuramente ser o seu gerente;

-         Facilitar a aquisição de conhecimentos relativos aos fundamentos teóricos das abordagens sobre liderança;

-         Alertar o cliente sobre a importância e relação do seu sucesso profissional e identificação da cultura da organização em que trabalha ou que irá trabalhar;.

-         Minimizar a insegurança natural das chefias devido à competição nas empresas por meio do autoconhecimento, conhecimento da empresa em que trabalha e aquisição de conhecimentos e habilidades referentes à liderança;

-         Desenvolver os pré-requisitos necessários para o exercício da liderança como: Auto conhecimento, Comunicação Eficaz, Criatividade, Motivação, Relacionamento Humano e Otimização do Tempo, dentre outros.

 

Preço da hora “coaching” presencial ou on-line: a combinar

Telefones: (21) 2265 3084 ou (21) 7635 9038

 

 

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